sábado, 16 de agosto de 2008
Crônicas de um Turbilhão

Tenho ciúmes! Esse é, atualmente, o meu pior tormento. E por que não estrear este espaço expondo o meu maior defeito? Bom, acho que qualquer pessoa é capaz de pensar em umas mil respostas para essa pergunta. Ainda assim, penso que não poderia haver melhor tema para o meu primeiro post uma vez que essa atitude, e não o conteúdo deste texto em si, traduzirá perfeitamente o meu intento ao criar este blog.
Não, o meu objetivo aqui não é ficar simplesmente expondo os meus defeitos, mas me expor de um modo geral, me abrir. Não sou um velho, tenho apenas 25 anos, mas posso dizer que me enrijeci com o tempo. Droga, tenho que admitir que sou um cabeça dura.
Tenho uma namorada linda, inteligente, radiante e prestativa com a qual posso contar sempre que necessito, porém, sempre arranjo uma briguinha por causa do meu ciúme. Olhem, não pensem que eu sou um crápula ou um mofino inescrupuloso sem coração, eu bem que tento me conter. Mas às vezes é foda!
Ontem foi feriado aqui em Belo Horizonte, nem sei o que era, deve ter sido alguma santa aniversariando. Mas o que importa é que saí com ela (não a santa; a minha namorada) e foi uma tragédia. Culpa minha? Bom, julguem por si próprios.
Fomos a uma apresentação de dança de que a prima dela participou. Salvo engano, no bairro Santa Terezinha... Só sei que pegamos dois ônibus. Chegamos. Dança vai, dança vem, tango de cá, bolero de lá... E eu na minha, né, só acompanhando. Até aí tava legal quando, não mais que de repente, eis que surge um funesto grupo de funk. Um bando de mentecaptos, de corpos espartanos e seminus começa a rebolar freneticamente provocando a agitação do mulheril. Nisso, minha namorada entra na onda. Logo depois ela vem me abraçar dizendo que era só brincadeira. E quem disse que eu queria abraço?!
Evidentemente, fiquei P da vida e estraguei a noite. Sei que minha atitude foi terrível, mas, além de tudo, sou orgulhoso e nem vou pedir desculpas hoje quando nos encontrarmos.
Lendo assim, pode parecer que sou um ordinário, contudo, isso não é verdade, grande parte das vezes até seguro bem a onda. Eu já disse que ela faz dança de salão há 5 anos? Pois é, pra quem é ciumento isso não é fácil, mas fazer o que? Eu amo essa garota. Acho que hoje ela vai falar até na minha cabeça. Não vou dizer que mereço, não gosto de pagar penitência, não sou católico. Mas, por outro lado, acho que colhemos aquilo que plantamos.
Agora, em relação ao blog, não vou contar a ela nem a nenhum conhecido, visto que não desejo que minha escrita seja cerceada por receios pessoais. Fiquem tranquilos, não é desonestidade. Essa semana, perguntei a ela: “E se eu cultivasse alguma idiossincrasia secreta, que não fosse ilícita, mas apenas de foro íntimo, como escrever em um diário, e você não soubesse de sua existência, você ligaria?” Resposta: “Não.” Então é isso, fica resolvido. A partir de hoje venho aqui de quando em quando para contar as novidades.
Não, o meu objetivo aqui não é ficar simplesmente expondo os meus defeitos, mas me expor de um modo geral, me abrir. Não sou um velho, tenho apenas 25 anos, mas posso dizer que me enrijeci com o tempo. Droga, tenho que admitir que sou um cabeça dura.
Tenho uma namorada linda, inteligente, radiante e prestativa com a qual posso contar sempre que necessito, porém, sempre arranjo uma briguinha por causa do meu ciúme. Olhem, não pensem que eu sou um crápula ou um mofino inescrupuloso sem coração, eu bem que tento me conter. Mas às vezes é foda!
Ontem foi feriado aqui em Belo Horizonte, nem sei o que era, deve ter sido alguma santa aniversariando. Mas o que importa é que saí com ela (não a santa; a minha namorada) e foi uma tragédia. Culpa minha? Bom, julguem por si próprios.
Fomos a uma apresentação de dança de que a prima dela participou. Salvo engano, no bairro Santa Terezinha... Só sei que pegamos dois ônibus. Chegamos. Dança vai, dança vem, tango de cá, bolero de lá... E eu na minha, né, só acompanhando. Até aí tava legal quando, não mais que de repente, eis que surge um funesto grupo de funk. Um bando de mentecaptos, de corpos espartanos e seminus começa a rebolar freneticamente provocando a agitação do mulheril. Nisso, minha namorada entra na onda. Logo depois ela vem me abraçar dizendo que era só brincadeira. E quem disse que eu queria abraço?!
Evidentemente, fiquei P da vida e estraguei a noite. Sei que minha atitude foi terrível, mas, além de tudo, sou orgulhoso e nem vou pedir desculpas hoje quando nos encontrarmos.
Lendo assim, pode parecer que sou um ordinário, contudo, isso não é verdade, grande parte das vezes até seguro bem a onda. Eu já disse que ela faz dança de salão há 5 anos? Pois é, pra quem é ciumento isso não é fácil, mas fazer o que? Eu amo essa garota. Acho que hoje ela vai falar até na minha cabeça. Não vou dizer que mereço, não gosto de pagar penitência, não sou católico. Mas, por outro lado, acho que colhemos aquilo que plantamos.
Agora, em relação ao blog, não vou contar a ela nem a nenhum conhecido, visto que não desejo que minha escrita seja cerceada por receios pessoais. Fiquem tranquilos, não é desonestidade. Essa semana, perguntei a ela: “E se eu cultivasse alguma idiossincrasia secreta, que não fosse ilícita, mas apenas de foro íntimo, como escrever em um diário, e você não soubesse de sua existência, você ligaria?” Resposta: “Não.” Então é isso, fica resolvido. A partir de hoje venho aqui de quando em quando para contar as novidades.
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